ONION PODCAST COM FLÁVIO AUGUSTO

Empreendedores de Sucesso Podcast: Meritocracia na Prática

Meritocracia na Prática

Um dos mais bem sucedidos de empreendedores do Brasil, Flávio Augusto  conta sobre sua trajetória e mostra sua visão da a meritocracia na prática e na (pele)

Meritocracia na Prática Por Flavio Augusto

Podcast com o investidor e empreendedor Flávio Augusto conversa sobre meritocracia com Thiago Nigro (Primo Rico)

ONION PODCAST COM FLÁVIO AUGUSTO

Meritocracia na Prática – Onion Podcast – Podcast com Flávio Augusto

Flávio Augusto, fundador da Wise Up e Ex-dono do Orlando City Soccer Club, conta como teve que batalhar ainda mais que os outros para chegar ao sucesso e criador do Canal Geração de Valor.

Transcrição do Vídeo Meritocracia na Prática

…é o cara que vem da Periferia ele passa.

-Ele gasta em média quatro horas em transporte público por dia.
-Mais na tua vida com quatro horas a menos é isso.
-E ele na como são quatro horas a menos de uma maneira confortável, dentro de um
ônibus da periferia até o lugar do seu trabalho, oito seres humanos por metro quadrado, apertado cansado,homem, mulher tudo ali junto amassado dentro do ônibus.

O Tempo Gasto

-Então assim quando eu chegar vai 18 horas da manhã para trabalhar, logo eu saia de casa para trabalhar 5:45. Logo acordava umas 5 horas, e eu voltava que horas para casa? se eu voltasse para casa 7 OU 8 horas da noite, era trânsito infernal levava 3:30.

Então eu tinha que sair de sair do trabalho, tipo 9 10 horas,para pegar menos trânsito quando chegava em casa 11 horas, 11 pouco é dormir meia-noite,meia-noite e meia acordar mais 5 horas então cara que mora na periferia ele dorme menos ele come mal a página dorme menos ficou gastar mais energia cansado para caramba porque quatro horas dando usando muito cansar e quando eu chegava lá no trabalho às 8 horas da manhã eu encontrava o Antônio. Antônio era o meu colega do mesmo cargo, que eu só que ele levava 15 minutos da casa dele até lá então eu chegar lá cheirosinho, não é que nos a Dinho e a gente chegava ali e eu competia com Tony não Acho.

Da Periferia

-Sim que o cara que vem da Periferia ele tem que matar uns 40 gigantes antes de matar o leão diários. Por dia sabe aquela coisa que matar um leão por dia pois é o cara que vem da Periferia tem que matar uns 40 gigantes antes de matar que leva por dia porque eu vou te falar 5 horas da manhã o negócio de perto tu acorda tu se arrasta tu vai para fila do ônibus pego o ônibus vai pendurado na porta vai lá dentro, toda massa tá e você começar o trabalho, e o cara tem que ser muito determinado para começar o dia dele a primeira coisa que a gente tem que entender é o mundo é injusto.

E ele é sempre foi e sempre vai ser eu tenho duas opções ficar me lamentando que é injusto ou resolver o meu problema e aí assim eu posso fazer eu acredito que eu possa resolver o meu problema é justo ou não injusto eu posso trabalhar para resolver o meu problema.

-Eu era um canal de cioso aquela empresa apresentou um pão de carreira eu falei eu quero eu quero chegar eu quero ganhar mais eu quero acontecer me interessa se é justo me interessa sim justo agora eu a palavra você é a lei ou então as injustiças. 

Não não sou leio o que a gente pode se a gente volta que a gente pode conscientizar as pessoas mas isso é coisa que leva 50 anos 100 anos agora minha vida eu quero resolver agora…

Escute o episodio completo logo abaixo 

Comprando a Empresa ( Wise Up ) Novamente – Um grande Negócio! 

Flávio Augusto, fundador da Wise Up e Ex-dono do Orlando City Soccer Club, conta como teve que batalhar ainda mais que os outros para chegar ao sucesso e criador do Canal Geração de Valor.

MERITOCRACIA O QUE É REALMENTE NA PRÁTICA

nesse episódio de podcast você o trecho do vídeo Meritocracia na Prática

Descrição do episódio de Podcast

Só existem 3 destinos para uma empresa: Ser vendida, ser herdada, ou ir a falência.
Flávio Augusto é um empreendedor visionário que sabe entender as tendências do mercado, e enxergar ótimas oportunidades de negócio que poucos estão vendo.
Foi assim com criação da escola de inglês Wise Up, e também o time de futebol nos Estados Unidos, Orlando City.
Host: Thiago Nigro
Convidado: Flávio Augusto: Fundador da Wise Up e Ex-dono do Orlando City
Time do primo: Hugo Gonçalves, Kaique Torres e Lucas Zafra

Conheça Nosso Onion Podcast no Spotify

 

Mas o que é Flávio Augusto?

Flávio Augusto da Silva (Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 1972) é um empresário e escritor brasileiro; fundador da empresa Wise Up e proprietário do Orlando City Soccer Club.   O Clube foi vendido por Flávio Augusto recentemente  por R$  2bi, conforme  noticiou  Revista Exame

Biografia de Flávio Augusto

Aos 23 anos de idade, fundou a escola de inglês Wise Up. Em 18 anos, a empresa expandiu e tornou-se uma holding avaliada em cerca de R$ 877 milhões, valor este pago pelo Grupo Abril Educação em fevereiro de 2013, quando adquiriu a holding. Atualmente, um dos grandes empreendimentos de Flávio Augusto consiste em um curso que destaca diversos casos de sucessos e afirma ensinar aos seus alunos como se tornar um empreendedor de sucesso.

A compra do Time

Em 2013, Flávio comprou um clube de futebol profissional nos EUA, o Orlando City Soccer Club, na cidade de Orlando. Neste mesmo ano, o Orlando City passou a integrar a MLS – Major League Soccer, elite do futebol norte-americano. Em julho de 2014, o meia brasileiro Kaká foi contratado pelo Orlando City por 3 anos e meio. Durante o segundo semestre de 2014, Kaká foi emprestado por 6 meses ao São Paulo FC, clube que o revelou.

Nascido na Periferia

Nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro,estudou grande parte do tempo em uma escola pública em seu bairro (Jabour). Aos 19 anos, começou a trabalhar no departamento comercial de uma escola de inglês com a intenção de ter sua própria renda. Depois de algum tempo, trancou a faculdade no curso de Ciências da Computação na Universidade Federal Fluminense e passou a dedicar-se 100% à sua carreira. Foi então que, aos 23 anos de idade, Flávio fundou a WiseUp; usando, como capital inicial, R$ 20 mil reais de seu cheque especial a um custo de 12% de juros ao mês.

Em dezembro de 2015, recomprou a Wise Up por R$ 398 milhões.

Atualmente, Flávio tem parceria com Carlos Wizard, trabalhando juntos em projetos envolvendo a aquisição de escolas de inglês para serem incorporadas ao grupo Wiser Educação.

Silva foi também o criador do Powerhouse19, um evento caracterizado por ser uma maratona de 6 horas de aulas sobre diversos assuntos do mundo dos negócios e do empreendedorismo, com a próxima edição marcada para 2020.

Obras de Flávio Augusto
Livro Geração de valor, 2014
Segundo Livro Geração de valor 2, 2015
Terceiro livro Geração de valor 3, 2016
Ponto de inflexão. São Paulo: Buzz Editora, 2018.

Via: Wikipedia

Glossário: MERITOCRACIA REALMENTE NA PRÁTICA

Mas o que é Meritocracia?

O termo Meritocracia, neologismo — do latim mereo (‘ser digno, merecer’) e do grego antigo κράτος, transl. krátos (‘força, poder’) — estabelece uma ligação direta entre mérito e poder.

Tanto a palavra mérito quanto a palavra poder têm diversos significados, o que faz com que o termo meritocracia seja polissémico.
Desta maneira o termo pode tanto: ser interiorizado como um princípio de justiça (às vezes qualificado de utópico), e ainda, simultaneamente, criticado como um instrumento ideológico voltado para a manutenção de um sistema político desigual.

Um modelo meritocrático é um princípio ou ideal de organização social que busca promover os indivíduos — e logo nos diferentes espaços sociais: escola, universidade, instituições civis ou militares, trabalho, iniciativa privada, poder público, etc — em função de seus méritos (aptidão, trabalho, esforços, competências, inteligência, virtude) e não de sua origem social (sistema de classes), de sua riqueza (reprodução social) ou de suas relações individuais (fisiologismo, nepotismo ou cooptação).

Sociólogos, pedagogos e filósofos discutem como explicar o modelo meritocrático onde

“ nas sociedades contemporâneas, os indivíduos o interiorizam e o tratam como um modelo de justiça social. ”

Carole Daverne‑Bailly.

— Carole Daverne‑Bailly.
Estes pesquisadores destacam as falhas e as insuficiências desse modelo: ausência real de igualdade de oportunidades, sua incapacidade de resolver, sozinho, as desigualdades (sociais, culturais, sexuais, etc) e sua limitada eficácia como “princípio de justiça”, todas sujeitas a críticas.

E na maior parte dos pesquisadores, a verdadeira meritocracia — então aquela que ofereceria, a cada um, aquilo que se mostrasse digno de obter — jamais existiu, em razão da falta, por exemplo, de medidas eficazes para compensar a desvantagem dos indivíduos, sejam elas biológicas (desde condições genéticas, até limitações fisiológicas), sociais ou econômicas.

Marie Duru-Bellat

Segundo Marie Duru-Bellat, a noção de mérito tem um caráter consensual e por isso “a meritocracia (…) gradualmente se impôs como o mais importante princípio de justiça, sobretudo na escola onde está no centro de seu funcionamento”.

Para François Dubet — que considera que “este modelo de justiça e igualdade tem uma força essencial: não existe nenhum outro!” — a meritocracia é uma “ficção necessária”.

Diversos pesquisadores — considerando que a ordem criada por ela não é uma verdadeira meritocracia — a qualificam de ideologia meritocrática, ou ainda de “mistificação”, até mesmo de mito, dado o efeito prejudicial que apresenta quando, sem uma reflexão crítica sobre a natureza dos sistemas aos quais é aplicada (sociedade, Estado, escola, mundo do trabalho, etc). sem uma definição clara da noção de mérito ou da modalidade de recompensa e sem as ferramentas complementares para correção das desigualdades pré-existentes, o modelo meritocrático produz efeitos muito distantes do ideal a que se propõe.

Por exemplo ao reproduzir as desigualdades sociais, acaba por legitimá-las, atribuindo aos “perdedores” toda a responsabilidade por seu “fracasso”.

 

Etimologia de Meritocracia na prática

A palavra “meritocracia” foi utilizada pela primeira vez no livro The Rise of the Meritocracy (A ascensão da meritocracia, em tradução livre), de Michael Young (1958), o criador do termo.

Então no livro, uma “ficção-sociológica” distópica e satírica que pretende alertar contra os perigos de um sistema social baseado em medições padronizadas de capacidade, a palavra carrega um conteúdo negativo.

Pois a história trata de uma sociedade futura na qual a posição social de uma pessoa seria determinada pelo seu quociente de inteligência e pelo seu esforço.

Nele o autor desenvolve a ideia de que, longe de ser ideal, este modelo, quando levado a extremos, produz “situações insuportáveis para os ‘sem mérito’, que acabam abandonados a sua própria sorte”.

Young utiliza a palavra mérito em um sentido pejorativo, diferente do comum ou daquele usado pelos defensores da meritocracia.

Young descreve uma sociedade onde este modelo deixa os indivíduos na base da pirâmide social incapazes de se defender dos abusos de uma elite autocrática. A aplicação integral do modelo meritocrático cria “uma sociedade de pesadelo para a população e danosa às relações sociais.”.

Via: Wikipedia